sábado, 12 de junho de 2010

Ganância.

Eu queria um sorriso,
queria um amigo,
queria um abraço,
um beijo.
Só queria um coração,
uma vida,
uma alegria,
mas não tenho.
Então só quero querer.



- Mas que drama minha fía. Credo wai. (faz long time que eu coisei esse negoço, que bão né?)

Sobre pés.

" Descobri que Luciomar me amava quando me fez carinho com os pés. Eu tenho uma concepção que ninguém faz carinho com os pés em qualquer um. Tem que ter intimidade, tem que ter amor.
Você não vai alisando seus pés nos pés dos seus amigos, e nem mesmo depois da primeira noite de sexo. Precisa de todo um ritual repleto de sentimentos por detrás de tal ato.
Já eu o amei desde o dia em que eu soube seu nome, antes mesmo de conhecê-lo. A propósito, eu me chamo Luciana, mas todos me tratam por Luci. Daí o meu fetiche pelo nome Luciomar, me lembra algo como um mar chamado Luci. Entende?"

- Continho sem propósito.

Sempre amor.

" Cansei de escrever sobre o amor,
por que cansei de vive-lo.
Prefiro falar da natureza,
o mar, o sol, flores e florestas,
mas assim eu teria que amar para ver a magia da beleza.

Eu posso falar do exílio,
como todos os poetas mortos,
mas ainda assim haveria o amor que preenche a saudade sentida.

Talvez eu me transforme em Alvarez de Azevedo e escreva sobre a morte.
Porém sairia frustrada por que para sê-lo seria necessário ver amor na virgem cova.

Droga de sentimento insistente".

Nostalgia poética.

Acho que o que realmente me aflinge, é que em algum momento eu joguei fora o amor que sentia por você, e isso afetou seriamente a emoção das minha palavras rebeldes. Já procurei nos cadernos, e até na caixinha de sentimento, nada. Por pura falta do que escrever, irei simplismente me agarrar a nostalgia e colocar aqui escrivuras (ainda mantenho minha licença) passadas.

Greve.

Em greve com minha palavras, elas simplesmente decidiram não me obedecer, assim, do nada. Tenho motivos para fazer todas as declarações e reclamações para um poema perfeito, mas não sei mais dominar a minha escrita.
Lástima.